Ser Professor
Desde os primórdios da humanidade
estamos fadados ao idealismo; tanto quanto ao fatalismo. Tal qual narra a
mitologia grega, o professor, acima de tudo, assemelha-se à Pandora, ao abrir a
caixa surpresa que recebeu, na qual restou presa ao seu interior somente e
apenas a esperança. Como ser humano que é, almeja uma perfeição que advêm da
experiência, o que pressupõe o exercício constante de um dado saber.
Segundo a alquimia reproduzida
pelo tempo e mestres que nos introduziram no caminho do saber, percebemos que
algumas qualidades são fundamentais para o exercício da docência.
Assim, o Professor tal qual uma
Águia, jamais deverá abrir mão de seu papel de observador, porém conservando,
acima de tudo, a compreensão dos Cães, que uma vez aprendido o caminho ou
situação não volta a repeti-la negativamente.
Advindo das florestas intactas,
observa-se o exemplo do Macaco que sabe, acima de tudo, motivar sua plateia a
fim de alcançar seus objetivos.
O aperfeiçoamento, a mudança de
hábitos e as novas ideias seriam aprendidas através da observação atenta do
Castor, que não desanima nunca em recomeçar sua represa que ruiu e foi por água
abaixo.
Finalmente, deve, a qualquer
tempo, prevalecer no ideal do professor a sensibilidade das flores e dormideiras
que enfeitam a floresta, visto que são belas, sensíveis e cônscias de suas
obrigações, sem se preocupar se o tempo é favorável ou desfavorável.
Nixson machado
10/10/2012
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